quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A CIDADE E SUAS POSSIBILIDADES EDUCATIVAS...

 Santuário Mãe de Deus ( Pedrona) - Rubiataba-GO

O Estágio I trouxe a oportunidade de refletir sobre rotinas, conflitos e saberes pedagógico e realizamos nossa primeira intervenção pedagógica nesse curso, em um espaço de educação formal. Planejamos nossas ‘vidas’ na escola com a construção de nossos planos de ação / cronogramas. Observamos, vivenciamos, para depois idealizarmos nossas oficinas: sonhamos!
Nesse Estágio Supervisionado III nossa proposta é ampliarmos a experiência de estágio para além dos muros da escola tomando a cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa.

1.1 A cidade educativa: seus lugares, seus habitantes, seus ofícios, sua cultura
Pensar a cidade enquanto um organismo vivo, dinâmico, que trás uma história construída ao longo dos tempos (seja ela recente ou de longa data), uma história feita pelos seus habitantes, cada um com suas relações, suas profissões, seus ofícios, sua cultura; a cidade formada, por seus lugares; físicos, afetivos, simbólicos. A cidade que é feita pelas mãos daqueles que as constroem.

1.2 Imagens: (des) construções - Proposta para um passeio etnográfico

Essa caminhada imaginária pela cidade, tomando para si tudo aquilo que este passeio pode ter suscitado, sugerimos que você “bote o pé na rua” e caminhe de fato pela sua cidade.

Tornar o familiar estranho!!!
Freqüentemente, a arte que existe em nossa vida cotidiana é invisível. No entanto, quando a arte local é interpretada a partir do seu contexto, essa interpretação aciona não só uma maior compreensão da arte em si, mas também uma análise crítica do sistema de produção e dos valores nela refletidos (...). O perturbamento do familiar descreve esse processo de tornar visível a arte e a cultura locais(...). (BASTOS, 2006)

1.2.1 Orientações e ferramentas para levar nesse passeio
Ferramentas muito importantes: a curiosidade e esse olhar indagador, disposto a descobrir coisas mesmo nos lugares que você julga que já conhece! Você pode pensar que “ver de novo” seja igual a “rever”. No entanto, rever não é ver a mesma coisa duas vezes, é lançar um novo olhar sobre uma mesmo coisa ou situação. O olhar que não se renova envelhece.


fonte de pesquisa: http://ead.fav.ufg.br/file.php/1429/modulo_07.pdf

Nenhum comentário:

Postar um comentário